quinta-feira, 28 de junho de 2018

NECESSITA DE AJUDA? CLAME PELA MÃE: A SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO!

Os símbolos de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro
PUBLICADO POR ARAUTOS - 24/06/2018



Haverá alguém que nunca tenha se sentido aflito em horas de dificuldades ou na perspectiva de alguma tragédia? Ou que jamais tenha tido necessidade de uma ajuda, seja ela espiritual, psicológica, afetiva ou material?

Com toda certeza, não, pois o ser humano, longe de ser auto-suficiente, é contingente por natureza: não tem condições de viver sem apoio de seus semelhantes, muito menos sem a contínua sustentação de Deus, Criador do universo.
Uma carência inevitável, uma solução infalível
Para esse estado de carência inevitável, Deus nos oferece uma solução infalível: o recurso à sua e nossa Mãe. Daí ser muito apropriado o título de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, com o qual se patenteia a certeza do auxílio que Ela nos dá quando a Ela recorremos.

“Perpétuo Socorro” indica uma fonte de misericórdias que nunca se esgota, jamais se interrompe. “Nunca” significa em nenhum tempo, nenhum lugar, nenhuma circunstância. Por pior que seja a situação, por mais graves e numerosos que sejam nossos pecados, a Virgem Maria quer manter-nos continuamente sob sua insondável proteção e celestial amparo.
Um quadro rico em símbolos
O milagroso ícone de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro mede 53 por 41,5 centímetros. É uma pintura de estilo bizantino, executada em madeira sobre fundo dourado, cor muito usada pelos artistas no antigo Império Romano quando se tratava de retratar grandes personalidades. O ouro, no caso, é um expressivo símbolo da glória da Rainha dos Céus.
Mais do que um simples retrato de Maria, a pintura reproduz uma cena.
A Virgem Mãe segura com desvelo, afeto e adoração o Menino-Deus; seu olhar, porém, não está voltado para Ele, mas para nós, seus filhos adotivos. Jesus não olha nem para sua Mãe nem para nós, mas parece querer abarcar com seu olhar divino os dois anjos que seguram os instrumentos da Paixão: à esquerda, São Miguel, de manto verde, com a lança e a esponja de fel; à direita, São Gabriel, de manto lilás, com a cruz e os cravos que perfuraram pés e mãos do Redentor.
Pormenor altamente expressivo é a sandália pendente do pé direito do Menino Jesus, segura por um fio, quase caindo. Ela é bem o símbolo da situação da alma em estado de pecado mortal: presa a Jesus por um fio, a devoção a Nossa Senhora.
Sob o manto azul, Maria veste uma túnica vermelha. Nos primórdios do Cristianismo, as virgens se distinguiam pela cor azul, símbolo da pureza, e as mães pela cor vermelha, signo da caridade. Essa combinação cromática define, pois, excelentemente Nossa Senhora, Virgem e Mãe. Nota-se também o verde no forro de seu manto. Ora, a composição dessas três cores era de uso exclusivo da realeza. Assim, a dignidade régia da Rainha dos Anjos e dos Santos está bem representada em suas vestimentas.
Bem no alto do quadro, metade em cada lado, estão escritas, em letras gregas, as iniciais da expressão “Mãe de Deus”; ao lado da cabeça do Menino Jesus, as iniciais de “Jesus Cristo”; acima do anjo da esquerda, “Arcanjo Miguel”; e do anjo da direita, “Arcanjo Gabriel”. (Revista Arautos do Evangelho, Jun/2006, n. 54, p. 36 à 39)
Fonte: Arautos do Evangelho

quarta-feira, 14 de março de 2018

URGENTE! O FIM APROXIMA-SE!

NÃO PENSEIS QUE O HOMEM QUE COMANDA HOJE O MUNDO, SE TORNARÁ O SEU PROPRIETÁRIO, MESMO MANIPULANDO A NATUREZA, OS ASTROS E OS SERES, SEGUNDO ELE E SEUS DISCÍPULOS, FRÁGEIS, AS CRIANÇAS, OS VELHOS, OS SEM ABRIGO E OS DA RAÇA NEGRA!


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Estamos vivendo os dias do Apocalipse, no entanto, Aquele que eles pensam terem erradicado  da Terra, está no comando, esperando o momento exacto para chamar para Si os que não O renegaram e continuam o seu caminho com a VERDADE e a FÉ, entre lobos vorazes e e leis contrárias à CRIAÇÃO, enquanto estes serão esmagados e lançados no abismo infernal!
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              OS PODEROSOS DESTE MUNDO NÃO FICARÃO MUITO TEMPO NO PODER!
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Prepare-se e tome consciência do que tem sido a sua vida, pois o tempo está a esgotar-se e Jesus tem pressa, desligue-se das coisas terrenas e olhe para o ALTO... De onde me virá o socorro?...
Nema, escrava de Maria próximo do fim da linha!

domingo, 3 de dezembro de 2017

É AGORA A HORA DE VIGIAR E ORAR AMANHÃ PODERÁ SER TARDE E DEPOIS O QUE FAZER???

São Gregório de Nissa (c. 335-395), monge, bispo 
Sermões sobre o Cântico dos Cânticos, n.º 11, 1 
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«Vigiai, portanto, visto que não sabeis quando virá o dono da casa»

Eis um dos grandes preceitos do Senhor: que os seus discípulos sacudam tudo o que é terreno como se fosse poeira [...], para se deixarem levar, num grande impulso, para o Céu. Ele exorta-nos a vencer o sono, a procurar as realidades do alto (Col 3,1), a ter o espírito permanentemente desperto, a afastar dos olhos o adormecimento sedutor. Quero falar deste torpor e desta sonolência que conduzem o Homem ao erro e forjam imagens de sonhos: honra, riqueza, poder, grandeza, prazer, êxito, lucro ou prestígio. [...] 

Para esquecermos tais sonhos, o Senhor pede-nos que ultrapassemos este sono pesado: não deixemos escapar o real na busca frenética do nada. Ele chama-nos, pois, a velar: «Tende os rins cingidos e as lâmpadas acesas» (Lc 12,35). A luz que arde nos nossos olhos expulsa o sono; a cinta que nos rodeia os rins mantém o nosso corpo em alerta, exprimindo um esforço que não tolera qualquer torpor. 

Como é claro o sentido desta imagem! Cingir os rins com a temperança é viver à luz de uma consciência pura. A lâmpada acesa da franqueza ilumina o rosto, faz brilhar a verdade, mantém a alma desperta, tornando-a impermeável à falsidade e estranha à futilidade dos nossos pobres sonhos. Vivamos segundo a exigência de Cristo e partilharemos a vida dos anjos. Com efeito, é a eles que Ele nos une neste preceito: «Sede semelhantes aos homens que esperam o seu senhor ao voltar da boda, para lhe abrirem a porta quando ele chegar e bater» (Lc 12,36). Pois eles estão sentados junto às portas do Céu, de olhar desperto, para que o Rei da glória (Sl 23,7) por aí passe ao voltar da boda.


quinta-feira, 30 de novembro de 2017

SANTO ANDRÉ APÓSTOLO DOS GREGOS?


Bento XVI, papa de 2005 a 2013 
Audiência geral de 14/06/06 

Santo André, apóstolo do mundo grego
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A primeira característica que impressiona vivamente em André, o irmão de Simão Pedro, é o seu nome; ele não é hebraico, como se poderia esperar, mas grego, sinal não insignificante de uma certa abertura cultural da sua família. [...] Pouco antes da Paixão, tinham ido uns gregos à cidade santa de Jerusalém [...] para adorarem o Deus de Israel na festa da Páscoa. André e Filipe, os dois apóstolos com nomes gregos, serviram de intérpretes e de mediadores junto de Jesus a este pequeno grupo. [...] Jesus disse aos dois discípulos, e por seu intermédio ao mundo grego: «Chegou a hora de ser glorificado o Filho do Homem. Em verdade, em verdade vos digo: se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas, se morrer, dá muito fruto» (Jo 12,23-24). Que significam estas palavras neste contexto? Jesus quis dizer: Sim, o encontro entre Mim e os gregos terá lugar, mas não como uma conversa simples e breve entre Mim e outras pessoas, impelidas sobretudo pela curiosidade. Com a minha morte, comparável à queda na terra de um grão de trigo, virá a hora da minha glorificação. Da minha morte na cruz virá a grande fecundidade. O grão de trigo morto, símbolo de Mim próprio crucificado, tornar-se-á, na ressurreição, pão da vida para o mundo; será luz para os povos e culturas.» [...] Por outras palavras, Jesus profetisa a Igreja grega, a Igreja dos pagãos, a Igreja do mundo como fruto da sua Páscoa. 

Uma tradição muito antiga vê em André [...] o apóstolo dos gregos nos anos que se seguiram ao Pentecostes, dando a entender que ele foi anunciador e intérprete de Jesus no mundo grego. Pedro, seu irmão, saiu de Jerusalém, passando por Antioquia e chegando a Roma, para aí exercer a sua missão universal; André foi, pelo contrário, o apóstolo do mundo grego. Aparecem assim, na vida e na morte, como verdadeiros irmãos – uma fraternidade que se exprime simbolicamente na especial semelhança entre os centros de Roma e de Constantinopla, Igrejas verdadeiramente irmãs.

EAQ