sábado, 27 de julho de 2019

DIA DOS AVÓS- O MEU TEMPO NÃO SE MEDE ENTRE DIAS E NOITES!

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DIA DOS AVÓS
Nossa Mãe Celeste - Livro Azul do MSM-Movimento Mariano
26 de julho de 1976
Festa de S. Joaquim e Santa Ana

O MEU TEMPO.


“O meu tempo, filhos prediletos, não se mede pelos dias. O meu tempo só se mede pelo bater do meu Coração de Mãe.
Cada palpitação deste Coração assinala um novo dia de salvação e de misericórdia para vós, meus pobres filhos.
Por isso, vos convido a viver só de confiança.
O vosso tempo deve ser medido pela confiança no Amor Misericordioso do Pai e na ação da vossa Mãe do Céu.
Foi desta confiança que viveram os meus pais, Ana e Joaquim, que a Igreja hoje recorda e vos propõe como exemplo.
Foi desta confiança que viveram todos os Santos, todos os amigos de Deus.
Foi só desta confiança que o Onipotente sempre Se serviu para realizar em cada época o seu desígnio.
Muitas vezes, realizou-o até contra a expectativa de todos, no momento em que ninguém teria acreditado. Assim aconteceu no grande desígnio realizado por Deus através destas suas duas humildes e pobres criaturas, chamadas por Ele a preparar o nascimento da vossa Mãe Celeste.
A vossa Mãe foi chamada a esperar contra a própria aparência das coisas, para Se entregar só à total confiança na Palavra de Deus. Foi assim que Se tornou a Mãe do Verbo e vos deu o seu Filho Jesus.
Anunciei-vos, agora, o triunfo do meu Coração Imaculado e a necessária e dolorosa purificação que o deve preceder.
Disse-vos também que este é o tempo da purificação e que estes são os anos do meu triunfo. Mas não procureis a hora, perscrutando o futuro e contando os anos, os meses e os dias. Assim, seríeis tomados pela ansiedade e pela perturbação e desperdiçaríeis verdadeiramente o vosso tempo, que é tão precioso.
Não é assim, meus filhos prediletos, que se mede o meu tempo, mas só com a vossa confiança em Mim, que vos preparo para serdes instrumentos escolhidos e formados por Mim para realizar neste tempo o triunfo do meu Coração Imaculado”.
Fonte:Livro Azul do MSM-Movimento Mariano,sex, 26/07/2019 21:56

quinta-feira, 25 de julho de 2019

TRÍDUO DE ORAÇÃO A SÃO JOAQUIM E SANTA ANA- Avós de Jesus e pais de Maria


Avós de Jesus e pais de Maria Santíssima! Estes são dois grandes Santos que intercedem por nós no Céu: São Joaquim e Santa Ana. Hoje começa o tríduo da festa deste venerável casal.


Primeiro dia do tríduo

(Oração de todos os dias)


Ó digníssimos avós de Cristo, Joaquim e Ana! Eu, miserável pecador, tenho uma grande confiança nos Vossos méritos e seguro amparo, sabendo que nada Vos negará o vosso Neto e a Vossa Filha, Jesus e Maria. Neste momento de aflição venho implorar a Vossa protecção durante este Tríduo, e ofereço toda a minha devoção em Vossa honra, para que com a Vossa intercessão e a minha esperança na Divina Misericórdia, eu alcance o que sinceramente pretendo, a maior glória de Deus e a salvação da minha alma. Queira Deus Nosso Senhor, pelos Vossos altos merecimentos, ouvir piedosamente os meus pedidos, e permitir que eu consiga o que vos peço. Amém!


Oração


Eu Vos recordo, nobilíssimo casal, São Joaquim e Santa Ana, da esperança com que ouvistes do arcanjo São Gabriel a escolha para serem pais de Maria Santíssima; Por isto vos suplico alento ao meu triste coração e que me alcanceis a piedade do Vosso dulcíssimo neto Jesus, com o que peço neste Tríduo. Fazer o pedido


Rezar 3 Pai-Nossos e 3 Avé-Marias

 

Segundo dia do tríduo


A mesma oração inicial

Oração


Eu Vos recordo, nobilíssimo casal, São Joaquim e Santa Ana, da alegria com que vistes nascida Maria Santíssima, Filha vossa, E por isto Vos suplico que me alcanceis de Deus uma perfeita resignação à sua divina Providência, e o que peço neste Tríduo. Fazer o pedido. 


Rezar 3 Pai-Nossos e 3 Avé-Marias

Terceiro dia do tríduo


A mesma oração inicial

Oração


Eu Vos recordo, nobilíssimo casal, São Joaquim e Santa Ana, o gosto com que oferecestes a vossa Filha no Templo ao serviço de Deus; E por isto Vos suplico que me alcanceis de sua Divina Majestade um sincero amor a Deus, e o que peço neste Tríduo. Fazer o pedido. 


Rezar 3 Pai-Nossos e 3 Avé-Marias

Fonte:

terça-feira, 23 de julho de 2019

TEMPO PERDIDO!? FALTA DE TEMPO!? UM DIA DE CADA VEZ, SERÁ O MELHOR PENSAMENTO!

Tempo perdido

«Pensai no tempo de que ainda dispondes, mais do que no tempo que vos falta.»
«Pensai no tempo de que ainda dispondes, mais do que no tempo que vos falta.» Eis-nos no verão, e é fácil deixar-nos tentar pelas maneiras de falar, antigas e constantes («o tempo passa tão depressa!), e as novas («as estações do ano já não são o que eram!»).
Não é, no entanto, um lugar-comum a frase que hoje proponho, redigida por um médico canadiano, William Osler (1849-1919), considerado o pai da medicina clínica moderna.
A consideração é significativa, sobretudo na sociedade contemporânea, tão apressada e frenética: «Falta-me tempo para rezar, para falar com os filhos, para me deter em reflexão», e assim por diante.
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E à fúria de repetir estas declarações, há como que uma auto absolvição dos muitos compromissos a que se falta, talvez até alegando a jurídica asserção latina “ad impossibilita nemo tenetur”, ninguém está obrigado ao impossível.
Na realidade, vê-se que essas mesmas pessoas desperdiçam muito tempo em linguarices, em futilidades, em longas paragens nas lojas, em filas nas autoestradas, numa série de “necessidades” não necessárias impostas pelo estilo de vida actual.
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Eis, então, a advertência de Osler: mais do que no tempo que falta, pense-se no tempo disponível e desocupado. É paradoxal, mas muitas vezes fazem-se as coisas importantes à pressa e sem cuidado, repetindo «não tenho tempo!», «tenho muito que fazer», e depois não se sabe como matar todo esse tempo poupado.
O famoso crítico de arte Bernard Berenson (1865-1959) escrevia: «Matar o tempo em vez de o empregar como a verdadeira substância vida vivida, e não simplesmente transcorrida, é sem dúvida o pecado dos pecados».
Fonte: Pastoral de Cultura
P. (Card.) Gianfranco Ravasi 
In Avvenire 
Trad.: Rui Jorge Martins 
Imagem: D.R. 
Publicado em 16.07.2019

quinta-feira, 18 de julho de 2019

NOSSA SENHORA DO CARMO E O ESCAPULÁRIO

Nossa Senhora do Carmo



AUTOR: MONS. JOÃO CLÁ DIAS, EP



Assim como vestiu seu Filho Jesus com uma túnica de valor inapreciável, Maria Santíssima quer nos revestir, a nós, seus filhos adoptivos, com  a mais eficaz das vestimentas.
   Antecipando o monacato católico, uns tantos discípulos de Elias escolheram o alto do Monte Carmelo para, ali, abraçar a contemplação. Assim permaneceram na sucessão das gerações, até a vinda do Senhor. Vários deles se converteram depois de Pentecostes e foram os primeiros a erigir um oratório em louvor a Nossa Senhora.

Tácito relata-nos que o Imperador Vespasiano subia ao Monte Carmelo para consultar um oráculo, e lá ouvia as orientações de um sacerdote chamado Basílido que, a certa altura, prognosticou-lhe um grande sucesso .
   Outro historiador, Suetônio, reforça o relato feito por este, acrescentando que Vespasiano ia ao Carmelo à procura de uma confirmação de seu destino e de suas cogitações, e de lá retornava cheio de ânimo (2).
   Autores de peso discutem entre si, se o oratório lá existente seria de origem pagã ou se, de fato, já se tratava de um santuário dedicado à Santíssima Virgem. Entretanto, inteiramente certa é a enorme antiguidade da Ordem do Carmo.
   Depois de Elias, seu discípulo Eliseu continuou a habitar aquela montanha, rodeado de “filhos dos profetas” (cf. 2Rs 2,25; 4, 25; 4,38, etc.). Conhece-se ali uma “gruta de Elias” e uma caverna chamada de “Escola dos Profetas”.
   Mas o primeiro documento da História que chegou até nós, mencionando um grupo de eremitas no Monte Carmelo, é da metade do séc. XII. Viviam eles sob a direcção de um ex-militar de nome Bertoldo. Em 1154 ou 1155, um parente deste, Aymeric, Patriarca de Antioquia, o orientara no estabelecimento do eremitério. A um monge grego, João Focas, que o visitou em 1185, São Bertoldo contou ter-se retirado com dez discípulos para o Carmelo em virtude de uma aparição de Santo Elias. Essa comunidade recebeu pouco depois, do Patriarca de Jerusalém, Santo Alberto, uma regra, que foi emendada e definitivamente aprovada pelo Papa Inocêncio IV, em 1247. Estava, assim, constituída a Ordem do Carmo.
A primeira vestimenta foi confeccionada por Deus
   A primeira veste de que se tenha notícia na História remonta ao Paraíso Terrestre. Conta-nos o Gênesis (3, 21) que, após a queda de nossos primeiros pais, Adão e Eva, o próprio Deus lhes confeccionou túnicas de pele e com elas os revestiu. Bem mais tarde, Jacó fez uma túnica de variadas cores para o uso de José, seu filho bem-amado (Gn 37, 3). E assim, as vestimentas vão sendo citadas nestas ou naquelas circunstâncias, ao longo das Escrituras (Gn 27, 15; 1 Sm 2, 19; etc.). Uma túnica porém, ocupa lugar “princeps” entre todas as vestimentas: aquela sobre a qual os soldados deitaram sorte, por se tratar de uma peça de altíssimo valor, pelo fato de não possuir costura. Uma piedosa tradição atribui às puríssimas mãos de Maria a arte empregada em sua confecção. Ao se darem conta, os esbirros, da elevada qualidade daquela peça, tomaram a resolução de não rasgá-la.

   Assim vestia Maria a seu Filho Jesus, desde o seu nascimento, como esmerada e devotada Mãe. E da mesma forma quer revestir também a nós, seus filhos adotivos, Aquela que “como névoa cobre a terra inteira”. Pois a Ela fomos entregues na mesma ocasião em que os soldados, pela sorte, decidiam sobre a propriedade da túnica de Jesus: “Mulher, eis aí teu filho” (Jo 19,26).
   E que roupa nos oferece Ela?
Papas enaltecem o uso do Escapulário
   Em 1951, por ocasião da celebração do 700º aniversário da entrega do Escapulário, o Papa Pio XII disse em carta aos Superiores Gerais das duas Ordens carmelitas: “Porque o Santo Escapulário, que pode ser chamado de Hábito ou Traje de Maria, é um sinal e penhor de protecção da Mãe de Deus”.
   Exactamente 50 anos depois, o Papa João Paulo II afirmou: “O Escapulário é essencialmente um ‘hábito’. Quem o recebe é agregado ou associado num grau mais ou menos íntimo à Ordem do Carmo, dedicada ao serviço da Virgem para o bem de toda a Igreja. (…) Duas são as verdades evocadas pelo signo do Escapulário: de um lado, a constante protecção da Santíssima Virgem, não só ao longo do caminho da vida, mas também no momento da passagem para a plenitude da glória eterna; de outro, a consciência de que a devoção para com Ela não pode limitar-se a orações e tributos em sua honra em algumas ocasiões, mas deve tornar-se um ‘hábito’.”
   Esses dois Pontífices confirmam, assim, manifestações de apreço ao Escapulário feitas por vários de seus antecessores, tais como Bento XIII, Clemente VII, Bento XIV, Leão XIII, São Pio X e Bento XV. Bento XIII estendeu a toda a Igreja a celebração da festa de Nossa Senhora do Carmo, a 16 de julho.
   Eis algumas das razões que unem os Arautos à Ordem do Carmo e por isso são revestidos do Escapulário além de terem num bispo carmelita, Dom Lucio Angelo Renna, um pai e protetor. 
   Dentre todos os “negócios” de que nos ocupamos nesta vida, há um de tão grande importância que deve ser tratado com absoluta prioridade, sob pena de fracassarmos em todos os outros: nossa salvação eterna!
   Certo dia, um repórter meu amigo resolveu fazer em várias cidades uma pesquisa sobre este assunto. Percorrendo as ruas, perguntava aos transeuntes: “Você quer ir para o Céu ou para o Inferno?” Impactadas, as pessoas respondiam, quase sem reflectir: “Claro que quero ir para o Céu!” E tocavam em frente… Alguns, nosso repórter conseguia reter por mais um instante e fazer a segunda pergunta: “Quais os meios que você emprega para alcançar tão grande felicidade?”
   Resultado da pesquisa: 100% querem ir para o Céu. Porém, menos de 1% se preocupa sobre como fazer para lá chegar!
   São abundantes esses meios. Vamos aqui indicar um dos mais eficazes, que a Mãe de Misericórdia põe à disposição de todos, sem qualquer excecção. Quem se julgar indigno, por ser grande pecador, lembre-se do que disse Jesus: “Eu não vim chamar os justos, mas os pecadores” (Lc 5, 32).
   Trata-se do uso do Escapulário do Carmo, recomendado por vários Papas e Santos. Um destes, São Cláudio de La Colombière, afirma: “Não basta dizer que o Escapulário é um sinal de salvação. Eu sustento que não há outro que faça tão certa nossa predestinação”.
Os grandes privilégios do Escapulário
O Escapulário é um sinal de aliança com Nossa
Senhora, e exprime nossa consagração a Ela.
   No dia 16 de julho de 1251, São Simão Stock suplicava a Nossa Senhora ajuda para resolver um problema da Ordem Carmelitana, da qual era o Prior Geral. Enquanto ele rezava, a Virgem apareceu- lhe, trazendo o Escapulário nas mãos, e disse essas confortadoras palavras: “Filho diletíssimo, recebe o Escapulário da tua Ordem, sinal especial de minha amizade fraterna, privilégio para ti e todos os carmelitas. Aqueles que morrerem com este Escapulário não padecerão o fogo do Inferno. É sinal de salvação, amparo e proteção nos perigos, e aliança de paz para sempre”. A Igreja assumiu o Escapulário e fez dele uma das devoções mais difundidas entre o povo de Deus.
   Em nossa época de superstições, não é supérfluo esclarecer que o Escapulário está longe de ser um sinal “mágico” de salvação. Não é uma espécie de amuleto cujo uso nos dispensa das exigências da vida cristã. Não basta, portanto, carregá-lo ao pescoço e dizer: “Estou salvo!”
 É verdade que Nossa Senhora não pôs condição alguma ao fazer sua promessa. Simplesmente afirma: “Quem morrer com o Escapulário não padecerá o fogo do inferno”. Não obstante, para beneficiar-se deste privilégio, é preciso usar o Escapulário com reta intenção. Neste caso, se na hora da morte a pessoa estiver em estado de pecado, Nossa Senhora providenciará, de alguma forma, que ela se arrependa e receba os sacramentos. E nisto a misericórdia da Mãe de Deus se mostra verdadeiramente insondável!
   Alguns exemplos atestam de modo eloquente esta verdade.
   Viajando de automóvel em companhia de um bispo, o autor deste artigo viu uma mulher entrar distraída na rodovia e ser esmagada por uma enorme carreta cujo motorista não teve tempo de frear. O bispo mandou parar o automóvel, desceu apressadamente, deu a absolvição sacramental e ministrou a unção dos enfermos à mulher agonizante. Depois comentou comovido: “Ela estava com o Escapulário do Carmo. Certamente foi Nossa Senhora quem providenciou que um bispo estivesse passando por aqui, justo neste momento!”
   Um caso diferente – narrado por Dom Marcos Barbosa na obra “O Escapulário de Nossa Senhora do Carmo” – se passou na Inglaterra. Na hora da morte, um cavaleiro conhecido por sua grande impiedade, em vez de pedir a Deus perdão de seus pecados, blasfemava dizendo: “Quero o inferno e o diabo!” Os presentes, horrorizados, chamaram São Simão Stock, o qual tomou o Escapulário e estendeu- o sobre o blasfemador. Imediatamente este se arrependeu e pediu os sacramentos. Segundo antiga e piedosa tradição, a Santíssima Virgem, aparecendo ao Papa João XXII, prometeu livrar do Purgatório, no primeiro sábado após a morte, todos os que portarem devotamente o Escapulário. Este é o chamado “privilégio sabatino”. Para se beneficiar dele é preciso manter a castidade segundo o próprio estado, recitar o Pequeno Ofício da Imaculada ou rezar um terço todos os dias.
   E mais: cada vez que o devoto beijar o Escapulário com piedade, fazendo um pedido à Santíssima Virgem, recebe uma indulgência parcial, isto é, a remissão de uma parte das penas que devia cumprir no Purgatório.
   Quem usa o Escapulário pode beneficiar-se também de indulgência plenária (remissão de todas as penas do Purgatório) no dia em que o recebe, na festa de Nossa Senhora do Carmo, 16 de julho; de Santo Elias, 20 de julho; Santa Terezinha, 1º de outubro; dos santos carmelitas, 14 de novembro; São João da Cruz, 14 de dezembro; São Simão Stock, 16 de maio.
Proteção nos perigos da vida quotidiana
“O Escapulário é essencialmente um ‘hábito’. Quem o recebe é
agregado ou associado num grau mais ou menos íntimo à
Ordem do Carmo, dedicada ao serviço da Virgem para
o bem de toda a Igreja. (Beato João Paulo II)
   Nossa Senhora, a melhor de todas as mães, quer para seus devotos filhos não somente os benefícios espirituais, mas também os temporais. Assim, quem porta seu Escapulário recebe d’Ela uma proteção especial nos perigos da vida quotidiana.
   São inumeráveis os exemplos desse desvelo da Virgem Mãe por seus filhos. Dom Marcos Barbosa, na obra mencionada acima, narra dois bem interessantes.
   Em Santo André (SP), uma menina de 5 anos caiu dentro de um poço de 20 metros de profundidade. Uma hora depois, foi encontrada boiando sobre a água, com o Escapulário no pescoço. A família, naturalmente, atribuiu o fato à protecção da Mãe do Carmelo.
   Em São Paulo, um jovem de 15 anos, ao atravessar de bicicleta uma via férrea, foi apanhado pelo trem. Passado todo o comboio, ele se levantou ileso e, beijando comovido seu Escapulário, exclamava: “Só tive tempo de gritar: ‘Nossa Senhora do Carmo!’ Foi o bentinho d’Ela que me salvou!”
(...)
Oração a Nossa Senhora do Carmo
“Não basta dizer que o Escapulário é um
sinal de salvação. Eu sustento que
não há outro que faça tão certa
nossa predestinação”.
São Claudio de La Colombière
   Ó Virgem do Carmo e mãe amorosa de todos os fiéis, mas especialmente dos que vestem vosso sagrado Escapulário, em cujo número tenho a dita de ser incluído, intercedei por mim ante o trono do Altíssimo.
   Obtende-me que, depois de uma vida verdadeiramente cristã, expire revestido deste santo hábito e, livrando-me do fogo do inferno, conforme prometestes, mereça sair quanto antes, por vossa intercessão poderosa, das chamas do Purgatório.
   Ó Virgem dulcíssima, dissestes que o Escapulário é a defesa nos perigos, sinal do vosso entranhado amor e laço de aliança sempiterna entre Vós e os vossos filhos. Fazei, pois, Mãe amorosíssima, que ele me una perpetuamente a Vós e livre para sempre minha alma do pecado.
   Em prova do meu reconhecimento e fidelidade, ofereço-me todo a Vós consagrando-Vos neste dia os meus olhos, meus ouvidos, minha boca, meu coração e todo o meu ser. E porque Vos pertenço inteiramente, guardai-me e defendei-me como filho e servidor vosso. Amém.
Fonte: